Marketing Digital

Conheça as vantagens do Videomarketing na sua estratégia digital

Você já ouviu falar em Videomarketing? Essa estratégia, que se aproveita do poder de persuasão de conteúdos audiovisuais para entregar informações com mais agilidade e eficiência para os clientes, é uma ótima maneira de fazer a sua mensagem obter o destaque que merece.

Hoje, quando temos cada vez menos tempo para dedicar-nos a longas leituras, o uso do Videomarketing parece uma evolução natural para a maneira como consumimos conteúdo. Afinal, é muito mais fácil condensar informações em um vídeo de dois ou cinco minutos do que fazer com que elas sejam compreendidas em um texto.

E, embora a produção de outros tipos de conteúdo não deva ser necessariamente substituída pelo Videomarketing, integrá-lo nas iniciativas de divulgação feitas pelo seu negócio pode ajudá-lo a conquistar melhores resultados.

Mas por que isso? Veja, neste post, algumas das principais vantagens de dar início a uma estratégia de Videomarketing! Confira.

O Videomarketing melhora o SEO da sua página

Talvez você não saiba disso, mas o Videomarketing é excelente para o SEO. E o motivo para isso é bem simples: como somos atraídos para conteúdos visuais e temos uma tendência de vê-los integralmente, passamos mais tempo em páginas que contêm bons vídeos do que aquelas que possuem apenas texto e imagens.

O tempo que um cliente gasta visitando uma página é uma métrica importante porque geralmente serve simultaneamente para indicar seu interesse e aumentar a probabilidade dele interagir com uma CTA. Além disso, o Google utiliza o tempo que um cliente passa na sua página para determinar se ele encontrou o que queria.

Vídeos são, portanto, interpretados como um sinal de que seu conteúdo é mais valioso e deveria estar melhor posicionado nessa ferramenta de busca.

Guia o cliente pelo funil de vendas

O Videomarketing não precisa, necessariamente, ser usado exclusivamente na promoção de produtos ou serviços. Assim como outras peças que integram o Marketing de Conteúdo, esses materiais podem ser desenvolvidos com o objetivo de ajudar um cliente a navegar pelo processo de compra e servem para ajudá-lo a se convencer de que tem um problema e o mercado lhe oferece determinadas soluções.

Por conta dos vídeos serem menos mecânicos do que textos, eles têm um poder de persuasão maior. Essa persuasão vem sempre a calhar quando precisamos converter leads em vendas e clientes atendidos em consumidores fiéis.

O Videomarketing transmite os valores do negócio

O que diferencia um vídeo de um texto não é apenas a maneira como ele se apresenta. Vídeos apresentam algumas possibilidades, quando nos referimos a convergir uma mensagem, que as palavras simplesmente não conseguem entregar. Sons e imagens nos remetem a sentimentos específicos e fazem com que seja mais fácil associar uma marca, pessoa ou serviço a características positivas.

Isso faz com que vídeos sejam instrumentos únicos para transmitir os valores de uma marca. Tudo aquilo que norteia o seu negócio e que nem sempre pode ser endereçado em outras peças de comunicação com tamanha clareza fica evidente em um vídeo.

Sua marca ganha voz e essa voz fala com mais autoridade emocional com os clientes. O resultado é que vídeos nos atingem de uma maneira como nenhum outro conteúdo faria, além de conferirem personalidade a uma marca.

Fortalece seu branding

O vídeo não é uma mídia nova, mas podemos dizer que ele nunca teve espaço na internet como hoje. Desde que plataformas, como o YouTube, foram criadas, bastante coisa mudou e uma delas foi a velocidade com que acessamos a internet. A popularização de conexões mais rápidas fez com que o vídeo se tornasse parte importante da participação de pessoas e negócios nas redes sociais.

Para competir nesse mercado surgiram alternativas, como o Snapchat, o Facebook Vídeo e hoje até plataformas como Twitter e Instagram têm espaço para sua publicação. A maior abrangência de conteúdos audiovisuais veio com muitas vantagens atreladas, como o aumento da Brand Awareness, ou Consciência de Marca.

Hoje o vídeo é uma das estratégias mais fortes para fazer com que o cliente perceba melhor a sua empresa, entenda o que ela faz e tenha vontade de iniciar um relacionamento com a sua marca.

Ele é uma forma de fazer a sua mensagem se destacar entre tantas outras e atinge até audiências que normalmente não consumiriam seu conteúdo. Por causa disso, usá-lo para fortalecer o branding de uma marca pode ser uma ótima decisão.

Alcança resultados satisfatórios

Ainda não está convencido de que utilizar Videomarketing pode ser uma boa ideia? É melhor começar a reavaliar a sua posição. Hoje, 63% dos negócios online já utilizam conteúdo audiovisual para autopromoção.

Desses, pelo menos 83% conseguem identificar que Videomarketing tem um bom ROI (ou Retorno sobre investimento). Mas quais são as maneiras de medir o sucesso desse negócio? A principal está nos níveis de conversão, que são aumentados quando uma página inclui conteúdo na forma de vídeo.

Uma grande parte daqueles que já utilizam a técnica reporta um aumento de 80% na propensão do cliente clicar em uma CTA ao visitar uma landing page. Isso quer dizer que investir em vídeos é uma forma de incentivar o seu cliente a, de fato, interessar-se pelos seus produtos e serviços.

Outro ponto no qual os vídeos podem ajudar é aumentando a confiança que o consumidor tem com relação a um negócio. Comprar produtos pela internet ainda não é natural para todas as pessoas, portanto, ver um vídeo sobre como esses produtos funcionam ou a respeito de uma empresa pode fazer com que queiramos dar a ela um voto de confiança.

Vídeos apresentados na forma de uma conversa são particularmente eficazes nisso. Eles dão a impressão de uma abordagem customizada e isso faz com que grande parte dos consumidores se torne mais confiante ao fazer uma compra pela internet.

Estratégias de Videomarketing são um excelente recurso para tirar o seu Marketing Digital da mesmice. Elas trarão vida nova aos materiais produzidos pela sua empresa, aumentarão o engajamento dos consumidores com relação a sua marca e reforçarão os principais valores que o negócio pretende transmitir ao seu cliente.

Tudo isso pode ser difícil de fazer com algumas palavras, mas os vários componentes que integram o Videomarketing (som, imagem, texto e movimento) ajudam a superar esse desafio.

Quer continuar aprendendo sobre Videomarketing e outras iniciativas que farão a sua organização conquistar clientes e um lugar em suas memórias? Siga o AvMakers nas redes sociais. Postamos conteúdos exclusivos no Facebook, Twitter, Youtube e Twitter, Instagram)

Principais métricas do Google Analytics

Após configurar a conta no Google Analytics, você terá acesso aos relatórios fornecidos para poder acompanhar as métricas, mas para isso é necessário conhecer alguns dos dados que serão entregues.

Descritivo tela analytics

Usuários

As métricas Usuários mostram quantos usuários interagiram com o seu site ou aplicativo.

Esse é o número de pessoas que visitaram seu site somente uma vez no tempo definido (novamente, a configuração básica é de 30 dias).

Como os usuários são identificados nas métricas de usuários

Para que o Google Analytics determine qual tráfego pertence aos usuários, cada hit enviado recebe um identificador exclusivo que é associado a cada usuário. Esse identificador pode ser um cookie próprio exclusivo chamado “_ga” que armazena um ID de cliente do Google Analytics.

Também é possível usar o recurso User ID juntamente com o ID de cliente para identificar com mais precisão os usuários em todos os dispositivos usados para acessar o site ou aplicativo.

Sessão

A sessão é um grupo de interações dos usuários com o seu website que ocorrem em um determinado período. Por exemplo, uma única sessão pode conter várias exibições de página, eventos, interações sociais e transações de comércio eletrônico.

Um único usuário pode abrir várias sessões. Essas sessões podem ocorrer no mesmo dia ou em vários dias, semanas ou meses. Assim que uma sessão termina, existe a oportunidade de iniciar uma nova sessão. Há dois métodos para o encerramento de uma sessão:

Taxa de rejeição

Uma rejeição é uma sessão de página única no seu site. No Google Analytics, a rejeição é calculada especificamente como uma sessão que aciona uma solicitação única ao servidor. Isso ocorre, por exemplo, quando um usuário abre uma única página do seu website e, em seguida, sai sem acionar outras solicitações ao servidor do Google Analytics durante essa sessão.

O cálculo da taxa de rejeição é feito com a divisão das sessões de página única por todas as sessões. Ou seja, ela é a porcentagem de todas as sessões do seu site nas quais os usuários visualizaram somente uma página e acionaram apenas uma solicitação ao servidor do Google Analytics.

Essas sessões de página única têm uma duração de zero segundo, pois não há hits subsequentes para que o Google Analytics calcule a duração da sessão.

Taxa de rejeição alta é ruim?

Não necessáriamente.

Se o sucesso do seu site depende da visualização de mais de uma página pelos usuários, a resposta é sim. Por exemplo, se sua página inicial for a porta de entrada para o restante do site (por exemplo, artigos de notícia, páginas de produtos, processo de checkout) e uma alta porcentagem dos usuários visualizar somente essa página, uma taxa de rejeição alta será indesejável.

Por outro lado, uma taxa de rejeição alta é perfeitamente normal se você tiver um site de página única, como um blog, ou fornecer outros tipos de conteúdo para os quais as sessões de página única sejam esperadas.

Duração da sessão

Por padrão, a sessão é encerrada após 30 minutos de inatividade, mas é possível ajustar esse limite para que ela dure de alguns segundos a várias horas. Saiba mais sobre como ajustar as configurações de sessão.

O Google Analytics começa a contar a partir do momento em que um usuário, como Beto, acessa seu site. Se depois de 30 minutos Beto não faz uma interação, a sessão é finalizada. No entanto, toda vez que Beto interage com um elemento (como um evento, interação de rede social ou uma nova página), o Google Analytics reinicia o tempo de vencimento adicionando 30 minutos a partir do momento da interação.

Conclusão

Esses são os primeiros passos para verificar as informações fornecidas pelo Google Analytics e poder avaliar cada etapa da sua campanha e verificar a necessidade de pausar ou fortificar o investimento em cada uma das ações.

No curso de Google Analytics aprendemos os principais dados fornecidos, como: Visão geral das informações demográficas, idade, sexo, visão geral dos interesses, categorias de afinidade.

Se você gostou das dicas, não se esqueça de compartilhar. Grande abraço e até o próximo post!

Hashtags nas mídias sociais: como e onde utilizar

Há algum tempo a hashtag ou o “jogo da velha” (como era conhecido quando nos referíamos ao botão cerquilha do celular) tem ganhado cada vez mais notoriedade dentro das redes sociais e por consequência, nas estratégias de marketing digital das empresas. Sim, elas também podem se tornar bastante irritantes quando usadas sem moderação (o vídeo abaixo ilustra bem esse sentimento).

Utilizadas pela primeira vez no Twitter, as hashtags se proliferaram de maneira verdadeiramente incrível e hoje são encontrados na maioria das grandes plataformas sociais como Google +, Facebook e Instagram (o LinkedIn as utilizou por um tempo, mas abriu mão da estratégia em 2013). Se para os veteranos do marketing o uso das hashtags pode parecer bobagem, para os novos (e potenciais) usuários, isso já é algo natural.

Para compreender melhor o que são, para o que servem e como utiliza-las da melhor maneira, confira este artigo até o final 😉

Afinal, os que são as hashtags?

A hashtag é uma palavra-chave antecedida do caracter “#” (cerquilha) que tem como finalidade identificar o tema/ideia de um conteúdo (foto ou texto) que está sendo compartilhado numa determinada rede social. Toda e qualquer hashtag se transforma num hyperlink que irá redirecionar o clique para conteúdos de terceiros que também se utilizaram da mesma. A partir disso, é possível encontrar pessoas que estão falando do mesmo assunto do seu interesse.

Hashtag no Twitter

Nada mais justo do que começarmos a analisar a eficácia do uso das hashtags pela rede social que a implementou como uma ferramenta: o Twitter. E a primeira informação vai te deixar mais propenso ao uso delas (se ainda não as utiliza): os tweets (posts) com hashtags têm duas vezes mais engajamento do que aqueles que não possuem (segundo dados da Buddy Media). Agora, imagine esse engajamento se multiplicando e passando de quatro para 10 retweets, e então para 20. Tudo isso é possível através de um simples “#”.

Pesquisas da Buddy Media também apontam um dado importante: quando você utiliza mais de 2 hashtags em seu tweet, o engajamento pode cair em até 17%.

Uma pesquisa do próprio Twitter reafirma a vantagem significativa no uso das hashtags. Usuários comuns podem ter um aumento de até 100% no engajamento dos seus tweets, enquanto marcas têm um aumento de até 50%.

Hashtag no Instagram

O instagram foi uma das redes sociais que melhor soube utilizar as hashtags. Nele, uma das principais diferenças se comparada com os tweets (posts do Twitter), é que a interação com a publicação está relativamente ligada ao número de hashtags. Quanto mais, maior o engajamento. Um dado surpreendente é que as interações são maiores nas imagens com 11 ou mais palavras-chave. Incrível, não?

É bem evidente o poder das hashtags no Instagram principalmente quando se cria um novo perfil na rede. O @TreinaWeb alcançou centenas de seguidores em poucas semanas de existência a partir de tags relacionadas aos nossos serviços/cursos.

Uma regra de ouro para o Instagram poderia ser algo como: não poupe esforços quando o assunto é utilizar hashtags. É importante ressaltar que o uso de palavras que não se relacionam com o seu negócio podem lhe trazer seguidores, mas não lhe trarão prospectos. Utilize hashtags realmente relevantes e que façam sentido para o seu serviço ou produto.

Shadowban no Instagram

Apersar de não estar totalmente relacionada com o uso de hashtags vale falarmos rapidamente do shadowban do Instagram neste artigo.

Shadowban, é um termo inglês utilizado para o ato de bloquear e/ou limitar o alcance do conteúdo de alguns perfis. Essa punição acontece a partir de determinadas práticas na rede. São elas:

  • Uso de robôs para aumentar seguidores;
  • Uso de hashtags banidas pelo Instagram (relacionadas entre outros temas a nudismo, spam, preconceito);
  • Seguir e curtir indiscriminadamente o maior número de perfis num mesmo dia;
  • Exibição de conteúdos polêmicos que façam seu perfil ser denunciado pelos usuários;
  • Utilização de mais de 30 (limite permitido pelo Instagram) hashtags numa única postagem.

Hashtag no Facebook

Vimos que Twitter e Instagram são plataformas de claro sucesso quando falamos de hashtags, mas e o Facebook?

Implementadas em 2013 pela rede de Zuckerberg, as hashtags não apresentaram nenhuma melhoria expressiva na performance das publicações nos primeiros meses, inclusive eram muitas vezes piores do que o resultado daquelas que não possuíam hashtags.

Estudos mais recentes da Social Bakers apontam que na verdade a preocupação não se dá pelo fato de usar ou não, mas sim a sua quantidade. Assim como acontece no Twitter, é preciso de moderação, pois quanto mais hashtags, menor será o engajamento de acordo com as análises.

É preciso lembrar neste ponto do artigo de que você não precisa seguir à risca todas essas recomendações. É bastante válido fazer testes e tirar suas próprias conclusões a partir dos seus resultados.

Hashtag no Google+

No Google+ as hashtags são criadas automaticamente a partir do conteúdo do seu post, podendo ser editadas posteriormente. Uma característica única da plataforma é a possibilidade de utilizar hashtags nos comentários (além é claro da publicação), o que representa o dobro da chance do conteúdo ser encontrado por alguém.

Ferramentas para administrar e encontrar as melhores hashtags

  1. Hashtagify.me
  2. RiteTag
  3. Tagboard
  4. Trendsmap

10 anos de hashtags

Este é um tópico bônus em comemoração aos 10 anos de existência (completados em agosto/2017) da hashtag. Confira abaixo as mais utilizadas até hoje no Twitter:

  • Euro2016 (hashtag de evento esportivo mais usada de todos os tempos);

  • TheWalkingDead (hashtag de série de TV mais utilizada da história);

  • StarWars (hashtag de filme mais usada da história);

  • MTVHottest (votação da MTV que elege a estrela que se destacou no ano);

  • KCA (Kids’ Choice Awards);

  • iHeartAwards (iHeartRadio Music Awards);

  • FollowFriday (utilizada para indicar um perfil para ser seguido no Twitter);

  • NowPlaying (refere-se a músicas que estão tocando no momento);

  • ThrowbackThursday ou #tbt (utilizada para fazer referência a algo antigo, geralmente fotos, com publicação às quintas-feiras);

  • ootd (usada em fotos que mostrem o “look do dia”).

Espero que tenha gostado do artigo e que possa utiliza-lo a seu favor. Um grande abraço e até a próxima. 😉

Entendendo as características das redes sociais

Neste artigo veremos as características das mais utilizadas redes sociais e suas respectivas forças e fraquezas no que diz respeito a quatro aspectos: comunicação com o cliente, divulgação da marca, tráfego para o site e SEO.

Para a avaliação de cada uma dessas finalidades, utilizaremos os termos “BOM” quando a plataforma atender de maneira satisfatória, “OK” quando atender de maneira regular e “RUIM” quando a plataforma não for eficaz para tal(is).

Vamos para a análise?

TWITTER

O Twitter, um microblog criado para mensagens rápidas, foi fundado em 2006 com a intenção de reproduzir um serviço de SMS na internet. Desde sua criação, a plataforma permite o uso de apenas 140 caracteres nas publicações.

COMUNICAÇÃO COM O CLIENTE – BOM

Através de monitoradores de keywords como Hootsuite e TwitterCounter, é possível acompanhar em tempo real o que andam falando da sua empresa/produto dentro da plataforma e assim, caso necessário, interagir com o seu público. Isso pode servir também para acompanhar a concorrência.

DIVULGAÇÃO DA MARCA – BOM

Oferece uma grande oportunidade de viralização de conteúdo, além da interação com clientes de maneira simples e rápida.

TRÁFEGO PARA O SITE – OK

O Twitter pode ser um grande aliado para a promoção do seu site, no entanto, é preciso de cautela. As pessoas estão utilizando a plataforma em busca de informações rápidas e relevantes. Promover demasiadamente uma marca ou produto pode levar o público a cansar do seu conteúdo e deixar de segui-lo na rede.

SEO – OK

Bons tweets serão bem rankeados, o que é bom para a classificação do seu perfil, no entanto o seu potencial é limitado, já que URLs encurtadas geram poucos benefícios quando tratamos de SEO.

FACEBOOK

Criado por Mark Zuckerberg, o Facebook é hoje a principal rede social do planeta, atingindo 1 bilhão de usuários todos os dias segundo pesquisas.

COMUNICAÇÃO COM O CLIENTE – BOM

A plataforma é ideal para comunicar ideias, produtos e pensamentos, afinal, é para isso que as pessoas estão lá. A fanpage (ou página de fãs) pode ser considerada um dos principais canais de relacionamento entre cliente e empresa.

DIVULGAÇÃO DA MARCA – BOM

Além de possibilitar que ilimitadas pessoas possam acompanhar sua marca no Facebook, também é possível criar anúncios dentro da rede e fortalecer ainda mais sua presença.

TRÁFEGO PARA O SITE – OK

O tráfego pode ser descente, graças aos botões de compartilhamento e a fácil viralização de conteúdo, mas não espere grandes números. Redes de display e buscadores ainda geram resultados muito mais satisfatórios.

SEO – RUIM

Apesar do sistema coletar informações dos seus links, pouco valor irão gerar.

YOUTUBE

O Youtube é a maior plataforma de distribuição digital de vídeos do mundo, com mais de 1 bilhão de horas de vídeo assistidas diariamente.

COMUNICAÇÃO COM O CLIENTE – BOM

Sabendo que o vídeo é uma das ferramentas de entretenimento mais poderosa da era digital, essa modalidade de comunicação pode gerar respostas rápidas e alto índice de interação por parte do público.

DIVULGAÇÃO DA MARCA – BOM

Ideal para apresentação de conteúdos (como tutoriais e dicas) e produtos, os vídeos são grandes aliados quando o assunto é divulgar a marca. Na plataforma, é possível também veicular anúncios que são exibidos antes do início de cada vídeo.

TRÁFEGO PARA O SITE – OK

Quando alguém procura por um vídeo no Youtube, normalmente é porque está buscando algum tipo de informação ou entretenimento. Existe a possibilidade de criar áreas cliváveis sobre a reprodução e até mesmo adicionar links à descrição do vídeo, mas o volume de acessos dificilmente será grande.

SEO – BOM

Vídeos bem rankeados ganham destaque na plataforma e podem aparecer nas primeiras páginas dos buscadores.

LINKEDIN

Fundado em 2005, o LinkedIn é uma rede social para negócios e profissionais. Serve como uma vitrine tanto para empresas quanto para aquele que deseja expor suas capacidades e aptidões.

COMUNICAÇÃO COM O CLIENTE – OK

Apesar de não ser o foco principal, a plataforma também oferece possibilidades de engajamento com o cliente a partir do momento que o perfil da empresa poderá responder a perguntas relacionadas com a indústria, estabelecendo-se como especialista na área.

DIVULGAÇÃO DA MARCA – BOM

Uma boa oportunidade de comunicar a marca de maneira institucional, de apresentá-la como uma organização.
Motivar os funcionários a manter perfis completos para fortalecer a reputação da sua equipe é sempre bem-vindo.

TRÁFEGO PARA O SITE – RUIM

É bastante improvável um tráfego significativo para seu site, embora nunca se saiba quem está por trás de um computador. Potenciais parcerias ou compradores podem acessando a sua página.

SEO – OK

É praticamente garantia de primeira página nos buscadores, especialmente para o nome da empresa ou do colaborador que faça parte da mesma, mas não passa disso.

Espero que tenha ficado claro as principais atribuições e finalidades de cada plataforma. Faça bom proveito das dicas e potencialize a presença da sua empresa nas redes sociais.

Até a próxima! 😉

Quando o rebrand é necessário?

Acredito que você já tenha ouvido falar em branding, certo? Ainda não? Estão vamos a uma breve explicação.

O branding, ao contrário do que muitos imaginam, não se relaciona apenas à construção ou desenvolvimento do logo de uma empresa, ele vai além, está relacionado à percepção da empresa pelo seu público-alvo. O rebrand ou rebranding, por sua vez, tem o papel estratégico de reposicionar a marca, por qualquer que seja o motivo (apontaremos alguns adiante) e propor mudanças não apenas visuais, mas também uma nova filosofia operacional ou de relacionamento com o mercado por exemplo.

Em 2016, curiosamente, foi um ano em que pudemos perceber com muita força essa estratégia de marketing. Diversas empresas passaram pelo processo de reformulação da marca, umas se tornando mais modernas, outras nem tanto e outras com mudanças quase imperceptíveis em relação a antiga identidade visual, mas uma coisa é certa: todas elas tiveram um por quê. Muito estudo certamente foi feito antes de qualquer decisão.

Ao que tudo indica em 2017 esse tipo de ação se manterá firme, e o rebrand já pode ser notado até mesmo em escudos de times de futebol (instituições que costumam ser mais conservadoras em relação a sua identidade). Por se tratar de paixão (por parte dos torcedores), essa “repaginada” pode, a princípio, causar desaprovação mas, como em tantos outros exemplos, o rebranding visa manter a marca bem posicionada no segmento em que atua. A evolução é inevitável e toda empresa precisa se conscientizar que não é possível se administrar da mesma maneira para sempre.

Vejamos na imagem abaixo alguns exemplos de mudanças na identidade de marcas famosas.

Mas por quê? Quando mudar? Vejamos a seguir algumas dicas:

1. Revitalização da marca

Com o passar do tempo (alguns anos), é mais do que comum a imagem de uma marca se desgastar, ser percebida como ultrapassada e não somente quanto a sua estética, mas também quanto aos serviços por ela prestados. Por isso, é imprescindível revitalizar, recuperar e/ou criar valores novos. Tudo muda, inclusive a maneira das pessoas pensarem, por isso, uma marca sempre deverá acompanhar o avanço e seguir no mesmo caminho.

2. A concorrência parece mais atrativa

Sua concorrência parece mais atrativa? Ponto pra ela! Certamente ela estará roubando parte da sua clientela. O visual chama a atenção e pode se tornar fator decisivo na hora da escolha, portanto, mantenha-se atualizado e preocupe-se com a imagem do seu negócio, ela é seu cartão de visita.

3. Ouça o que seu público tem a dizer

Devido às facilidades de comunicação, hoje em dia é muito fácil mensurar e acompanhar a opinião do seu público, por isso, escute o que ele têm a dizer e, se necessário, faça as mudanças que devem ser feitas. Não pare no tempo!

É importante reforçar que o rebranding é uma estratégia, ou seja, não deve ser feito sem um estudo mínimo sobre o posicionamento da marca. Outra questão importante é: rebrandings consecutivos (num curto espaço de tempo) podem desgastar a marca e ser prejudicial à percepção da mesma.

Espero que tenha gostado deste artigo.

Até a próxima 😉

Dicas para gerenciamento de páginas (fanpages) no Facebook

Olá! Nesse artigo falaremos um pouco sobre uma das principais ferramentas de marketing digital dos tempos modernos, o Facebook. Devido a grande popularidade no Brasil e no mundo, empresas têm utilizado a rede social como principal canal de relacionamento com seus clientes. Mas será que as fanpages estão sendo utilizadas da maneira adequada? Você é administrador de alguma? Então confira as dicas que separei pra você.

1. Seja profissional

Ser profissional nas redes sociais é muito importante, por isso, caso não seja especialista na área, contrate profissionais para criar o conteúdo da sua página como designers e redatores. Imagine a sua página como uma vitrine para o seu negócio. Se ela estiver organizada e entregar conteúdo relevante, certamente ela será bem aceita.

2. Melhore a qualidade da resolução das suas imagens

Toda imagem postada no Facebook tende a ter a sua resolução afetada devido a compactação que ela sofre pela ferramenta. Mas existe uma maneira de garantir a qualidade máxima. Para isso, basta exporta-la através do Photoshop como conteúdo web e selecionar a opção PNG-24.

3. Utilize a rega dos 80/20

80% de suas postagens precisam entregar um conteúdo interessante e social que seja relacionado ao mercado em que sua marca esteja inserida ou que provoque engajamento. Os outros 20% devem ser relacionados a conteúdo institucional e promocional da empresa. Qualquer proporção diferente dessa pode prejudicar a relação dos seus seguidores com a sua página. Imagine encher de comerciais o seu programa favorito. Acho que você também não iria gostar, não é mesmo?

4. Interaja com o seu público

Apesar de virtual, sua página precisa ser humana. Não ignore seu público e procure responder aos comentários, críticas e dúvidas no menor tempo possível. Isso dará credibilidade à sua fanpage e à sua empresa, além de garantir a satisfação de seus fãs.

5. Síntese do conteúdo

Segundo o Kissmetrics, um site de análise de dados, postagens com até 80 caracteres recebem 66% mais engajamento do que mensagens longas. Todo link e imagem precisam de uma contextualização, mas uma mensagem longa pode espantar o usuário.

6. Crie sua base de fãs

Tente criar um público de maneira orgânica, anunciando sua página em outras mídias ou até mesmo fazendo anúncios dentro do próprio Facebook. Evite comprar curtidas (sim, é possível), uma vez que o que realmente importa é a qualidade dos seus seguidores. Afinal, o que adianta comunicar para as pessoas erradas?

7. Encontre um equilíbrio

Não há um número exato de postagens que você deve fazer na sua página diariamente. Analise o desempenho e a resposta por parte do seu público para encontrar um equilíbrio e não incomodar os seus fãs. Uma overdose de posts pode espantar muitos deles e fazer com que parem de acompanhá-lo.

8. Horários nobres

Assim como qualquer outra mídia, o Facebook também possui seu horário nobre. De acordo com análises de resultados de 2015, o site Sprinklr revela ser entre às 11h e 14h dos dias úteis. Terça, quarta e quinta-feira apresentam um pequeno aumento no movimento.

Gostou do assunto abordado nesse artigo? Gostaria de aprender mais? Veja o nosso curso de Facebook Marketing:

Dicas para uma boa presença nas mídias sociais

Para a maioria das empresas existentes, estar nas redes sociais é indispensável. Isso todos sabem, o que nem sempre acontece é a preocupação com a qualidade da presença. O Facebook (e não só ele), por exemplo, já virou cartão de visita e vitrine para muitos negócios. Não é preciso de muito esforço para encontrar pessoas que usam uma página como referência na tomada de decisão antes de comprar um produto ou serviço. Por isso, separei algumas dicas relevantes para melhorar ainda mais a sua percepção pelos seus clientes.

1. Seja omnichannel

O conceito de omnichannel basicamente se define em estar presente em todos os canais possíveis de venda e/ou comunicação. O que o difere no entanto do multichannel e do crosschannel é a preocupação com a experiência do cliente. Já se foi a época em que a única preocupação era apenas a venda. Clientes buscam por experiências diferenciadas e se você não entrega-las, eles irão procurar em outro lugar. Esteja em todas as mídias, crie conteúdos de relevância e trate seu cliente como rei.

2. Seja antes de ter

Uma outra dica valiosa é a de ser antes de ter. Pareça grande, mesmo não sendo. Como isso é possível? Através de uma identidade visual bem definida e um ótimo atendimento. Lembre-se: nada valerá se você não entregar um produto ou serviço à altura. Percepção e entrega deverão sempre andar lado a lado.

3. Qualidade de conteúdo

Os clientes não estão nas mídias sociais para comprar e sim para consumir conteúdo. Você é um intruso! Por isso, dê menos importância (mas não abra mão) a postagens relacionadas à vendas, preços e produtos. Crie um ambiente descontraído em suas redes e atraia a atenção pela qualidade da sua informação. Dessa maneira seu público estará mais disposto a assimilar qualquer tipo de informação no futuro.

Ainda sobre o assunto, dê total atenção à qualidade das imagens utilizadas. Preze pela boa resolução, originalidade e criatividade.

4. Crie uma rotina

O alcance orgânico das publicações no Facebook já foi muito interessante no passado. Hoje, sua informação não chega nem a 5% do seu público na rede. Ele é ainda pior quando não existe uma rotina de publicações, por isso é extremamente importante manter sua página ativa. De uma maneira diferente, a falta de rotina pode também prejudicar outras mídias como Twitter e Youtube por exemplo, por isso crie uma agenda de postagens e mantenha seus canais a todo vapor.

5. Se está na chuva, é para se molhar

Pense nas suas redes sociais como plantas e como tais precisam ser regadas. Se você decidiu estar presente num determinado canal, então você deve cuidar daqueles que por ali se comunicam. Todo e qualquer contato deve ser correspondido e de preferência no menor tempo possível. Isso favorece a imagem da marca e gera mais confiança pelos clientes.

Gostou das dicas? Fique ligado em nosso blog para acompanhar mais.

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