Audiovisual

Lente para fotografia: como escolher a ideal?

A fotografia é uma arte que costuma despertar muito interesse nas pessoas. E, sendo você um fotógrafo profissional ou apenas um curioso sobre o tema, conhecer os tipos de lente para fotografia faz muita diferença na qualidade do seu trabalho.

Existem diversas opções no mercado, que variam de acordo com especificações técnicas adequadas a cada assunto que se desejar fotografar. Confira nossas dicas e escolha as lentes ideais para seu kit!

Quais os principais tipos de lente para fotografia?

Os fatores técnicos são inegavelmente importantes, visto que, depois do olhar do fotógrafo, possuem grande influência sobre o resultado final. As características que mais diferenciam os objetivos são distância focal e abertura do diafragma.

A distância focal é a medida que define o campo visual de uma lente. As lentes são fixas quando apresentam um único valor, e zoom quando compreendem intervalos.

Já o diafragma, representado por f, define a abertura da lente, o que controla a quantidade de luz que é admitida, chegando ao sensor.

Grande-angulares

Essas lentes possuem distância focal pequena, de 14 a 35 mm, o que resulta num ângulo de visão amplo. São ideais para fotografar grandes grupos de pessoas, paisagens, ambientes internos ou fachadas arquitetônicas.

Há ainda as supergrande-angulares, menores do que 14 mm, ideais para fotografar lugares muito grandes, dos quais o fotógrafo não consegue estabelecer suficiente distância física. No entanto, podem causar deformações na imagem.

Normais

As objetivas consideradas normais têm comprimento focal próximo a 50 mm, com um campo de visão semelhante ao do olho humano e estão presentes na maioria das câmeras compactas e dos smartphones.

Por ser bastante versátil e funcionar bem para qualquer tipo de fotografia, é uma lente indispensável para ter em seu kit.

Telefotos

São as lentes intermediárias, compreendendo distâncias focais entre 70 e 135 mm. Permitem um ângulo mais fechado, porém sem causar distorções. São ótimas para retratos.

Teleobjetivas

Compreendem o intervalo de 140 a 400 mm e são especializadas em capturar assuntos mais distantes do fotógrafo, com excelente nitidez.

Superteleobjetivas

Essas lentes têm características semelhantes às dos telescópios — os ângulos são extremamente fechados, acima de 400 mm. São indicadas para fotografar astronomia, animais hostis, além de serem as preferidas dos paparazzi para fazer registros de celebridades. Exigem estabilização com um tripé.

Lentes claras x escuras

As lentes claras são chamadas também de rápidas, têm abertura de diafragma com valores máximos de f/1.4 até f/2.8 e são excelentes para ambientes de baixa luminosidade. As imagens registradas com estas aberturas possuem profundidade de campo muito curta, deixando os planos fora de evidência muito desfocados.

As aberturas consideradas escuras são acima de f/5.6, ideais para atingir grandes profundidades de campo, captando muito mais do ambiente na foto. É necessária uma boa luminosidade ambiente.

As lentes claras costumam ser as preferidas, pois são versáteis, podendo tornar-se escuras apenas com o fechamento do diafragma.

Qual a melhor lente para retratos?

Um dos principais propósitos do fotógrafo, em retratos de pessoas, é produzir imagens sem causar distorções nos rostos dos modelos. Para isso, as lentes mais indicadas são as normais ou telefoto claras, que permitem efeitos de desfoque e boa luminosidade à imagem, mesmo em situações críticas.

Qual lente é mais indicada para paisagens?

A fotografia de paisagens implica a inclusão de muitas informações numa só imagem. Portanto, as objetivas que proporcionarão excelente qualidade e ampla visibilidade são as grande-angulares ou supergrande-angulares.

Igualmente, as lentes claras são mais versáteis, bastando controlar cuidadosamente a abertura do diafragma para obter a exposição desejada.

Também é indicado o uso do tripé em fotos de paisagens, especialmente quando feitas à noite, em contraluz ou quando se deseja obter vários registros do mesmo ângulo, alterando-se as características da captura.

Escolher uma lente para a sua câmera é uma tarefa decisiva, pois é a parte mais importante do equipamento. Normalmente, peças com bom acabamento custam mais, porém o investimento compensa.

Caso permaneçam dúvidas, confira o site Photozone: lá você encontra informações técnicas, diversas análises de nitidez, profundidade de campo, bukeh e custo-benefício. Assim, poderá comparar entre diversas marcas e modelos para fazer a melhor escolha.

Gostou do nosso conteúdo? Para aprender mais sobre técnicas de fotografia, seja profissionalmente ou por diversão, inscreva-se em nosso curso!

Conheça as vantagens do Videomarketing na sua estratégia digital

Você já ouviu falar em Videomarketing? Essa estratégia, que se aproveita do poder de persuasão de conteúdos audiovisuais para entregar informações com mais agilidade e eficiência para os clientes, é uma ótima maneira de fazer a sua mensagem obter o destaque que merece.

Hoje, quando temos cada vez menos tempo para dedicar-nos a longas leituras, o uso do Videomarketing parece uma evolução natural para a maneira como consumimos conteúdo. Afinal, é muito mais fácil condensar informações em um vídeo de dois ou cinco minutos do que fazer com que elas sejam compreendidas em um texto.

E, embora a produção de outros tipos de conteúdo não deva ser necessariamente substituída pelo Videomarketing, integrá-lo nas iniciativas de divulgação feitas pelo seu negócio pode ajudá-lo a conquistar melhores resultados.

Mas por que isso? Veja, neste post, algumas das principais vantagens de dar início a uma estratégia de Videomarketing! Confira.

O Videomarketing melhora o SEO da sua página

Talvez você não saiba disso, mas o Videomarketing é excelente para o SEO. E o motivo para isso é bem simples: como somos atraídos para conteúdos visuais e temos uma tendência de vê-los integralmente, passamos mais tempo em páginas que contêm bons vídeos do que aquelas que possuem apenas texto e imagens.

O tempo que um cliente gasta visitando uma página é uma métrica importante porque geralmente serve simultaneamente para indicar seu interesse e aumentar a probabilidade dele interagir com uma CTA. Além disso, o Google utiliza o tempo que um cliente passa na sua página para determinar se ele encontrou o que queria.

Vídeos são, portanto, interpretados como um sinal de que seu conteúdo é mais valioso e deveria estar melhor posicionado nessa ferramenta de busca.

Guia o cliente pelo funil de vendas

O Videomarketing não precisa, necessariamente, ser usado exclusivamente na promoção de produtos ou serviços. Assim como outras peças que integram o Marketing de Conteúdo, esses materiais podem ser desenvolvidos com o objetivo de ajudar um cliente a navegar pelo processo de compra e servem para ajudá-lo a se convencer de que tem um problema e o mercado lhe oferece determinadas soluções.

Por conta dos vídeos serem menos mecânicos do que textos, eles têm um poder de persuasão maior. Essa persuasão vem sempre a calhar quando precisamos converter leads em vendas e clientes atendidos em consumidores fiéis.

O Videomarketing transmite os valores do negócio

O que diferencia um vídeo de um texto não é apenas a maneira como ele se apresenta. Vídeos apresentam algumas possibilidades, quando nos referimos a convergir uma mensagem, que as palavras simplesmente não conseguem entregar. Sons e imagens nos remetem a sentimentos específicos e fazem com que seja mais fácil associar uma marca, pessoa ou serviço a características positivas.

Isso faz com que vídeos sejam instrumentos únicos para transmitir os valores de uma marca. Tudo aquilo que norteia o seu negócio e que nem sempre pode ser endereçado em outras peças de comunicação com tamanha clareza fica evidente em um vídeo.

Sua marca ganha voz e essa voz fala com mais autoridade emocional com os clientes. O resultado é que vídeos nos atingem de uma maneira como nenhum outro conteúdo faria, além de conferirem personalidade a uma marca.

Fortalece seu branding

O vídeo não é uma mídia nova, mas podemos dizer que ele nunca teve espaço na internet como hoje. Desde que plataformas, como o YouTube, foram criadas, bastante coisa mudou e uma delas foi a velocidade com que acessamos a internet. A popularização de conexões mais rápidas fez com que o vídeo se tornasse parte importante da participação de pessoas e negócios nas redes sociais.

Para competir nesse mercado surgiram alternativas, como o Snapchat, o Facebook Vídeo e hoje até plataformas como Twitter e Instagram têm espaço para sua publicação. A maior abrangência de conteúdos audiovisuais veio com muitas vantagens atreladas, como o aumento da Brand Awareness, ou Consciência de Marca.

Hoje o vídeo é uma das estratégias mais fortes para fazer com que o cliente perceba melhor a sua empresa, entenda o que ela faz e tenha vontade de iniciar um relacionamento com a sua marca.

Ele é uma forma de fazer a sua mensagem se destacar entre tantas outras e atinge até audiências que normalmente não consumiriam seu conteúdo. Por causa disso, usá-lo para fortalecer o branding de uma marca pode ser uma ótima decisão.

Alcança resultados satisfatórios

Ainda não está convencido de que utilizar Videomarketing pode ser uma boa ideia? É melhor começar a reavaliar a sua posição. Hoje, 63% dos negócios online já utilizam conteúdo audiovisual para autopromoção.

Desses, pelo menos 83% conseguem identificar que Videomarketing tem um bom ROI (ou Retorno sobre investimento). Mas quais são as maneiras de medir o sucesso desse negócio? A principal está nos níveis de conversão, que são aumentados quando uma página inclui conteúdo na forma de vídeo.

Uma grande parte daqueles que já utilizam a técnica reporta um aumento de 80% na propensão do cliente clicar em uma CTA ao visitar uma landing page. Isso quer dizer que investir em vídeos é uma forma de incentivar o seu cliente a, de fato, interessar-se pelos seus produtos e serviços.

Outro ponto no qual os vídeos podem ajudar é aumentando a confiança que o consumidor tem com relação a um negócio. Comprar produtos pela internet ainda não é natural para todas as pessoas, portanto, ver um vídeo sobre como esses produtos funcionam ou a respeito de uma empresa pode fazer com que queiramos dar a ela um voto de confiança.

Vídeos apresentados na forma de uma conversa são particularmente eficazes nisso. Eles dão a impressão de uma abordagem customizada e isso faz com que grande parte dos consumidores se torne mais confiante ao fazer uma compra pela internet.

Estratégias de Videomarketing são um excelente recurso para tirar o seu Marketing Digital da mesmice. Elas trarão vida nova aos materiais produzidos pela sua empresa, aumentarão o engajamento dos consumidores com relação a sua marca e reforçarão os principais valores que o negócio pretende transmitir ao seu cliente.

Tudo isso pode ser difícil de fazer com algumas palavras, mas os vários componentes que integram o Videomarketing (som, imagem, texto e movimento) ajudam a superar esse desafio.

Quer continuar aprendendo sobre Videomarketing e outras iniciativas que farão a sua organização conquistar clientes e um lugar em suas memórias? Siga o AvMakers nas redes sociais. Postamos conteúdos exclusivos no Facebook, Twitter, Youtube e Twitter, Instagram)

5 equipamentos para investir no início da carreira de filmmaker

Se você deseja começar a trabalhar como filmmaker, já deve saber que é essencial obter os equipamentos audiovisuais certos. Mas quais são eles?

Inicialmente, é importante conhecer as suas necessidades e quanto você pode ou está disposto a investir. Para ajudá-lo a escolher as melhores opções, listamos aqui 5 equipamentos audiovisuais importantes para ingressar na área. Confira!

1. Câmera digital

Apesar de conseguir bons resultados com um smartphone, uma câmera que te oferece todas as opções manuais para fotometrar a luz e ainda é a melhor opção para quem vai encarar a cinegrafia como profissão.

Mas lembre-se: um bom trabalho não depende apenas do equipamento. O filme Tangerine que estreou no Festival de Sundance em 2015, por exemplo, foi inteiro gravado em iPhone – com alguns adaptadores de lente. É essencial saber extrair o máximo de seu equipamento, seja ele um celular ou uma câmera profissional de cinema.

Para quem ainda está começando e aprendendo sobre o processo de captação e o comportamento da luz, uma câmera DSLR ou mirrorless deve suprir bem a demanda. Mas mesmo nessas categorias de câmeras há um grande leque de opções, dos mais variados preços. É hora, então, de priorizar suas necessidades.

Você precisa de uma câmera que se saia bem em ambientes de baixa luminosidade ou de uma para gravar vídeos debaixo d’água? É preciso fazer uma autoavaliação sobre o seu perfil e o trabalho audiovisual que pretende realizar.

2. Tripé

Uma imagem tremida – simulando o efeito “câmera na mão” – pode combinar com o seu projeto e criar um sentido no seu material final que está de acordo com a narrativa. Mas isso deve ser sempre uma escolha, e não um erro.

Dependendo dos seus projetos, uma imagem bem estabilizada é mais do que importante. A câmera tremendo, quando fora de contexto, passa uma impressão de amadorismo – que você, como profissional iniciante, está evitando a todo custo.

Um bom tripé não é, dos equipamentos, o mais barato, mas sem dúvidas é um investimento sem arrependimentos. Além da estabilização da câmera, ele vai permitir você atingir alturas e ângulos difíceis de fazer apoiado em outras superfícies. E se você pretende utilizar seu tripé para criar movimentos de câmera, busque por tripés com cabeça hidráulica – ela vai dar mais suavidade aos seus movimentos.

3. Gravador e microfone

Dificilmente você encontrará uma câmera semiprofissional ou profissional que faça uma boa captação de som. E se a “câmera tremida” passava uma impressão de amadorismo, um som mal captado em uma produção firma esse atestado de trabalho amador. Mas calma, a solução é simples e barata.

É possível encontrar no mercado gravadores de áudio portáteis, que se conectam a maioria dos microfones utilizados pelos filmmakers. E se um gravador foge do seu orçamento, as principais marcas de microfones oferecem modelos e aplicativos para celular que permitem uma captação razoável, que está muito a frente da captação de sua câmera. Um exemplo é o aplicativo da RODE, o RODE Rec Le.

Seja utilizando um gravador profissional ou seu celular, você precisará de um microfone. Você pode encontrar diferentes modelos no mercado, mas os mais utilizados pelos filmmakers são os direcionais e os microfones de lapela.

  • Microfone direcional: como o nome já diz, é ótimo para ambientes abertos, deixando a captação do áudio mais focada;

  • Microfone de lapela: permanece preso a roupa. Além de ser discreto e prático, ele capta bem o áudio por sua proximidade da boca – indicado para entrevistas.

4. Fones de ouvido

Durante a gravação, não dá pra confiar cegamente no seu equipamento e esperar que ele faça um bom trabalho. É essencial acompanhar simultâneamente, observando o visor de sua câmera e atento a captação do áudio.

Para não ter erro, um bom fone de ouvido vai ajudar a esclarecer quais momentos da captação apresentaram ruídos indesejados – permitindo a repetição da gravação enquanto você está na locação. Não dá pra esperar chegar em casa e começar a editar para perceber que o som está com ruído, né?

Você pode usar um fone de celular ou um profissional com cancelamento de ruído – essa escolha vai partir do seu orçamento e, novamente, do seu workflow. Se para o seu trabalho é essencial um som extremamente limpo, vale a pena investir em um fone de melhor qualidade. Mas se você vai produzir um conteúdo que não exige esse preciosismo com o áudio, que muitas vezes será acompanhado de uma trilha de fundo que pode disfarçar os ruídos, um fone mais simples pode quebrar um galho.

5. Iluminação

Não há fotografia ou cinematografia sem luz, e você pode clarear ou iluminar um ambiente. Clarear seria como acender a luz de uma sala de estar, que se espalha igualmente por todo o ambiente. Mas se você quer iluminar um espaço, criando nuances, profundidade e, principalmente, dando uma atmosfera ao ambiente, você precisará dos equipamentos certos.

Mas antes de comprar qualquer equipamento de iluminação, é precisso estudar seus efeitos. Há diferentes tipos de lâmpadas, refletores, rebatedores e difusores. Eles possuem preços e tamanhos diferentes – o que é importante se atentar, já que talvez você precise fazer gravações em lugares distantes. Avalie: eu consigo transportar esse equipamento? A alimentação de energia dele é compatível com qualquer tomada?

E se no final dessa lista o seu orçamento já estiver estourado, há também manuais na internet de como fazer em casa seus próprios equipamentos de iluminação gastando pouco. Na produção audiovisual, o improviso nunca está errado se o resultado final for satisfatório.

E aí, gostou das nossas dicas? Fique à vontade para fazer um comentário neste post, com dúvidas ou outras dicas. Vamos lá!

Por onde começar ao trabalhar com animação?

No Brasil, um mercado que vem crescendo nos últimos tempos é o de animação. Centenas de curtas, séries, longas-metragens e filmes publicitários têm sido produzidos no país. Além disso, quem não conhece atualmente, pelo menos, uma animação brasileira de sucesso?

Em 2013 e 2014, o Festival de Annecy (maior evento de cinema de animação do mundo), na França, premiou os longas brasileiros “Uma História de Amor e Fúria”, de Luiz Bolognesi, e “O Menino e o Mundo”, de Alê Abreu, respectivamente.

Pensando nisso, selecionamos algumas dicas que vão ajudar você a começar o trabalho com animação. Confira!

Domine os softwares da área

Existem vários tipos de programas de design, de ilustração, de pós-produção e de edição de vídeos. Alguns dos mais conhecidos são After Effects (que permite criar animações e efeitos especiais com foco em Motion Graphics), Adobe Animate e Toon Boom, próprios para animação.

Cada software possui ferramentas diferentes, direcionadas a um tipo de trabalho, seja ilustração, animação 2D ou 3D. Com tantas opções, além de continuar estudando para se atualizar sobre novas versões, é essencial saber diferenciar as ferramentas, aprofundar seus conhecimentos em, pelo menos, uma delas e escolher as mais adequadas para cada projeto.

Aprenda com outros projetos

Nada melhor do que se inspirar em bons trabalhos que já foram feitos para aprimorar suas habilidades, não é mesmo? Para isso, faça o seguinte exercício: escolha uma das suas animações preferidas e pense por que ela te agrada tanto, assista aos making ofs, procure quem são os profissionais envolvidos no projeto, e siga os trabalhos nas mídias sociais.

Analise quadro por quadro do vídeo, vá observando o tempo e o posicionamento de cada elemento, como é o timing do movimento, quais sãos as ações secundárias e expressões dos personagens, como esses elementos se combinam para criar o resultado final, e depois aplique as mesmas técnicas nos seus próprios estudos e trabalhos.

Invista em cursos de capacitação

Embora sejam poucos os cursos voltados para a área que avancem além do básico, ainda assim, existem boas instituições e profissionais que oferecem capacitação. É fundamental levar seus estudos além do autodidatismo, afinal, a animação evolui há anos, mesmo antes da criação do vídeo já haviam formas primitivas de animação, e somente bons cursos poderão lhe agregar anos de conhecimento e avanços.

Além disso, é fundamental fazer cursos de capacitação com frequência para descobrir coisas novas e se manter atualizado. Lembre de levar seus estudos além do software, pois essa é apenas uma ferramenta. A animação envolve linguagem, roteiro, storytelling, ilustração, e muito mais.

Para melhorar suas skills de animador, treine muito seu olhar! Estude suas animações favoritas, pinturas, esculturas, filmes e até mesmo o movimento da vida real; as pessoas caminhando pela rua, o movimento do trânsito, do seu animal de estimação ou da pessoa que você ama.

Conheça os 12 princípios da animação

O mundo da animação tem algumas regras básicas que todos devem seguir na hora de produzir um trabalho de qualidade. São 12 princípios que visam trazer movimentos e ações do nosso cotidiano para a esfera digital.

Conheça agora cada um deles e procure estudá-los bastante:

  • comprimir e esticar;
  • antecipação;
  • encenação;
  • animação pose a pose ou direta;
  • sobreposição e continuidade da ação;
  • aceleração e desaceleração;
  • movimento em forma de arco;
  • ação secundária;
  • temporização;
  • exagero;
  • desenho volumétrico;
  • apelo.

Pesquise bastante

Antes de começar uma animação, trace todos os detalhes da história. Pense como será a aparência dos personagens, quais suas características e a narrativa em que estarão inseridos. Defina a história de vida do personagem anterior ao filme, o mundo no qual ele vive e as regras e dinâmicas desse lugar. Busque diferentes referências artísticas (pinturas, arquitetura, filmes, vestuário), atuais ou históricas, que dialoguem com o argumento da animação.

Monte um bom portfólio

Sempre que possível, produza suas animações. Além de evoluir sua técnica e seu olhar, você vai construindo um portfólio consistente que pode ser apresentado a empresas e profissionais do ramo para buscar oportunidades de trabalho, seja fixo ou freelancer. Criando bons projetos, o mercado vai começar a notar e valorizar sua obra.

Construa um networking forte

Sem uma boa rede de contatos é impossível crescer. Por isso, participe de eventos para conhecer artistas, estúdios e produtoras. Busque comunidades de animadores na internet para se inspirar, trocar informações e colaborar com outros projetos.

O mercado da animação audiovisual é fascinante, especialmente para quem já é apaixonado pela área, mas também cheio de desafios. Logo, é importante estar bem preparado para começar a trabalhar.

Para aprender sobre audiovisual, animação, edição, pós-produção e muito mais, inicie já seus estudos com nossos cursos online.

Esperamos você!

6 Curtas Metragens que você não pode deixar de ver

Uma parte essencial da formação de um filmmaker é o referencial. É sabido que, neste ponto da história, dificilmente você conseguirá produzir algo completamente original. E se para Lavoisier “nada se perde, tudo se transforma”, é melhor partir de referências de qualidade e que deram certo.

O TreinaWeb preparou uma lista de seis curtas metragens que podem te inspirar e preencher sua bagagem audiovisual. O formato, ideal para cineastas de primeira viagem, recebe maior destaque em festivais de Cinema ou até mesmo na internet – sendo um primeiro passo importante para quem pretende seguir carreira cinematográfica.

1. Logorama (2009)

Produção francesa de alta qualidade, esse curta traz uma reflexão muito interessante sobre a sociedade atual. A obra é dirigida pelos franceses François Alaux, Ludovic Houplain e Hervé de Crécy e teve seu lançamento no Festival de Animação em Waterloo, no Canadá.

Em primeiro lugar na nossa lista de curta metragens, o filme conta com um enredo muito instigante e cheio de referências às grandes marcas que existem no mundo. Além disso, acaba sendo inusitado acompanhar os bonecos da Michelan perseguindo o Ronald McDonald por uma cidade cheia de logotipos famosos.

Com méritos, “Logorama” venceu o Oscar de Melhor Curta-metragem de Animação em 2010, com uma pitada interessante de humor e personagens que nos fazem lembrar instantaneamente das empresas as quais eles representam.

São 16 minutos fantásticos de pura criatividade, arrematados com um final Hollywoodiano ao som de I don’t want to set the world on fire.

2. Ilha das Flores (1989)

Esse é um filme que traz críticas sociais de fundamental importância, como a questão da desigualdade, do saneamento básico e do descarte irregular de lixo na pequena Ilha das Flores, localizada perto de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

Jorge Furtado é a mente talentosa responsável pela direção do filme, cuja narração é do brilhante ator Paulo José. Logo no começo, você já fica impactado por três frases — a última seria capaz de ter feito Nietzsche sorrir.

O curta foi vencedor de 16 prêmios do gênero, dos quais podemos destacar o Kikito de Melhor Filme de Curta-metragem no Festival de Gramado e o Urso de Prata no Festival de Berlim, na Alemanha.

Outro fato que vale a pena mencionar é que “O Guarani”, de Carlos Gomes, é o tema que inicia e finaliza a parte musical dessa produção incrível.

3. O avião de papel (2012)

Com a tutela dos estúdios de Walt Disney, Paperman (título original) traz uma história de amor bem simples e encantadora. Um rapaz se vê diante de uma linda mulher numa estação de trem e acaba se apaixonando, ao melhor estilo Ted Mosby de How I Met Your Mother.

Esse é um filme inovador por conta das técnicas usadas na produção, com uma animação feita por computador aliada ao requinte do preto e branco e tomando forma com um recurso chamado Meander, que junta o formato 2D com um CGI 3D.

John Kahrs é o diretor da obra e esse pequeno enredo de paixão à primeira vista conseguiu ganhar o Oscar de Melhor Curta-metragem de Animação em 2013.

Vale a pena prestar atenção especialmente nos efeitos sonoros, que parecem dançar com as cenas do filme — tudo milimetricamente planejado.

4. Socorro Nobre (1995)

Com a direção de Walter Salles e a maestria de Walter Carvalho na fotografia, “Socorro Nobre” conta a incrível história de Maria do Socorro Nobre, uma mulher vivendo em uma penitenciária em Salvador.

Depois de ler uma reportagem na revista Veja sobre o polonês Frans Krajcberg, artista plástico e sobrevivente do holocausto, Maria do Socorro resolve lhe escrever uma carta, mostrando sua compaixão e empatia.

O filme, com ar de documentário, mostra um relato emocionante de Maria sobre dar a volta por cima e tentar alcançar um destino melhor. No curta, o encontro dela com Frans é retratado como um momento muito singelo e bonito, dando um ar mágico a essa produção.

“Socorro Nobre” ganhou o prêmio como Melhor Documentário no Festival do Chile em 1996. Um fato curioso é que esse curta-metragem serviu de inspiração para Walter Salles criar a personagem Dora, de “Central do Brasil”.

https://www.youtube.com/watch?v=C0Sr1JPEPA8

5. A casa de pequenos cubinhos (2008)

Uma produção japonesa, simples e muito bem executada pelo diretor Kunio Kato, “A casa de pequenos cubinhos” conta a história de um velhinho um tanto solitário que, ao ver sua casa sendo inundada, sempre constrói um andar acima para se proteger.

De tijolinho em tijolinho, ele vai erguendo novos cômodos a cada entrada de água. Nesse meio tempo, acaba perdendo seu cachimbo e resolve comprar uma roupa de mergulho para buscá-lo. No entanto, em cada parte que ele passa, vêm as lembranças da vida que teve em família.

Com um enredo comovente e abordado de forma bem cativante, esse curta faz com que o espectador embarque de maneira única em cada memória daquele senhor. Não é à toa que a obra foi vencedora do Oscar na categoria de Melhor Curta-metragem de Animação no ano de 2009.

6. Menino do cinco (2012)

Dirigido por Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira, o filme traz a história do menino Ricardo (Thomas Oliveira), branco, de classe média alta baiana e cheio de brinquedos à sua disposição. Apesar disso, um tédio sem fim o consumia, fazendo com que ele sentisse que queria algo diferente para sua vida.

Em contraposição, vemos um segundo personagem, Téo (Emanuel de Sena), negro e morador de rua, que perambulava com os amigos e o seu cachorro, próximo de um condomínio. Devido a um descuido, o menino acaba perdendo de vista seu bichinho de estimação, que vai correndo e se depara com o “menino do cinco”.

A história vai se desenrolando até chegar a um final que gerou muitas discussões — ao qual você terá que assistir para tirar as suas próprias conclusões. Essa produção brasileira conseguiu seis prêmios no Festival de Gramado, dentre eles o Kikito de Melhor Filme.

Vale lembrar que diversos diretores norte-americanos consagrados já fizeram filmes assim: são os casos de Vincent, de Tim Burton, e de Escape to Nowhere, de Steven Spielberg — que, aliás, foi seu primeiro trabalho cinematográfico.

Clássico dos clássicos: as 6 regras de corte de Walter Murch

Uma produção audiovisual precisa cumprir uma série de requisitos para ser considerada um conteúdo de qualidade, qualquer que seja o meio no qual será veiculada.

Isso porque o processo de produção envolve arte, técnica, domínio de teorias (como as da imagem e da estética) e prática necessária para operar com maestria câmeras, microfones e softwares de edição que possibilitam a construção da obra em sua totalidade (como Adobe Premiere ou DaVinci Resolve).

Neste post, vamos falar um pouco sobre uma das principais teorias do audiovisual: as regras de corte de Walter Murch. Ela é apresentada em seu livro clássico Num Piscar de Olhos, leitura obrigatória em qualquer curso audiovisual ou até mesmo para você que quer começar a sua carreira profissional na área.

Ficou interessado? Então siga com a leitura. 🙂

Quem é Walter Murch

Para começar, é preciso saber quem é Walter Murch e por que ele é um profissional tão respeitado na área.

O melhor atributo para apresentá-lo é dizer que ele consegue conciliar teoria e prática como poucos. Assim como elaborou uma teoria e escreveu um livro que é quase uma bíblia para quem trabalha com montagem de vídeos, ele também é um grande editor.

Murch já concorreu 7 vezes ao Oscar, sendo premiado com 3 estatuetas. Venceu o Oscar de melhor mixagem de som pelos filmes Apocalypse Now e O Paciente Inglês. Pela 2ª película, garantiu também o prêmio de melhor edição.

Além dos filmes premiados pela academia, Walter também tem no currículo grandes obras como a trilogia O Poderoso Chefão e Ghost — Do Outro Lado da Vida.

A obra Num Piscar de Olhos

A teoria elaborada pelo autor em “Num Piscar de Olhos” parte de uma pergunta elementar: “por que os cortes funcionam?”. E, para chegar à resposta, ele teoriza sobre a relação entre filmes e sonhos e também entre o estado de espírito das pessoas e os momentos em que elas piscam.

Enquanto escrevia o livro, Murch observava a edição do filme A Conversação. Portanto, grande parte das questões metodológicas abordadas na obra foram elaboradas com base no que ele via no processo de produção do longa.

Apesar de ser uma obra muito rica do começo ao fim, a principal contribuição do livro está nas 6 regras de corte de Walter Murch. Essas regras estabelecem como devem ser os cortes que para que um vídeo tenha uma boa montagem.

A seguir, falaremos mais sobre elas.

As 6 regras de corte de Walter Murch

Segundo Walter Murch, os cortes podem ser considerados a alma de uma boa edição, já que influenciam no ritmo da obra e na forma como o telespectador se sente ao assistí-la.

Conforme sua teoria, para que um corte possa ser considerado perfeito, ele precisa satisfazer 6 atributos, que vamos explorar na sequência.

Antes disso, é fundamental lembrar que as regras de corte de Walter Murch estão em ordem hierárquica de importância. Portanto, se precisar sacrificar alguma das delas, opte sempre pela que está mais abaixo na escala de importância.

1. Emoção

Para o autor, o critério da emoção é o mais importante na hora de decidir um corte. Segundo ele, todos os cortes devem levar o espectador junto com a linha de emoção da história.

Por exemplo: se o objetivo de uma cena é causar tristeza, pergunte-se como este corte afetará emocionalmente a audiência. Se for de outra forma que não causando tristeza, cancele ou modifique o corte.

Murch considera esse critério tão fundamental na montagem de um filme que atribui a importância de 51% para ele. Portanto, a regra da emoção, por si só, é mais importante do que todas as outras regras de corte de Walter Murch juntas.

Embora algumas outras escolas de audiovisual considerem critérios como continuidade mais importantes, para Murch, a emoção vale mais do que tudo. Nesse caso, lembre-se de levar como lição para quando estiver editando algum vídeo: jamais sacrifique a emoção!

2. História

Com a importância de 23%, a 2ª regra diz respeito à história. Segundo o autor, um corte só deve ser feito se ele valorizar a história que precisa ser contada.

O corte que você quer fazer ajuda o espectador a compreender o que está acontecendo no filme? Ele faz a história avançar para o ponto seguinte? Se a resposta for negativa, reconsidere.

Muitas vezes, alguns trechos absolutamente desnecessários para a história de alguma obra acabam erroneamente incluídos em sua edição final e prejudicam sua compreensão. Um corte resolveria tudo!

3. Ritmo

Nessa regra, o autor determina que o corte precisa ocorrer em um ritmo legal, que seja fluído com o do vídeo, para não chocar a audiência. Esse critério é subjetivo e depende muito do feeling do editor. É preciso sentir qual o ritmo da obra e fazer um corte que siga esse mesmo padrão.

Basicamente, ritmo se refere a tempo. É necessário decidir a velocidade dos cortes. A obra pede um corte mais rápido ou mais lento? Tenha essa percepção e aplique na hora da montagem do seu vídeo para que ele faça sentido.

Essa regra tem a importância de 10% e, ao lado das 2 primeiras regras de corte de Walter Murch, é essencial na construção do filme. As três regras se conectam perfeitamente bem e precisam estar em sintonia para que a obra faça sentido.

4. Linha do olhar

As 3 últimas regras têm uma importância muito menor para o autor. Para a linha do olhar, Murch atribui 7% de importância.

Segundo essa regra, o editor precisa cortar as cenas levando em consideração em qual lugar os olhos do espectador estarão no momento. Este cuidado dará uma continuidade visual para todo filme e garantirá que você não perca a atenção da sua audiência.

Além disso, vídeos em que essa regra não é respeitada tendem a cansar e confundir demais os espectadores, já que o olhar deles precisa mudar de lugar muito rapidamente.

5. Planaridade

Essa regra está diretamente ligada ao ângulo das tomadas e à linha do olhar. Nesse caso, é importante ter em mente que, para que uma cena faça sentido na cabeça do espectador, os cortes precisam obedecer aos movimentos que estão acontecendo.

Por exemplo: como podemos representar em uma cena que 2 pessoas estão conversando, frente a frente? Como você vai fazer os cortes respeitando essa quebra de linha? A importância deste critério é de 5%.

6. Tridimensionalidade

A regra da tridimensionalidade é muito semelhante à da planaridade, com a diferença que a anterior é em 2D, e essa, em 3D. É o que comumente se conhece por continuidade espacial.

Como vamos fazer pessoas e objetos se moverem em um espaço tridimensional? Como se deve fazer o corte para que, quando alguém vire uma esquina, o espectador tenha a sensação de continuidade? Todas estas questões dizem respeito à tridimensionalidade. Para Murch essa regra tem a importância de 4%.

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7 coisas que você deve saber para ter sucesso na carreira de editor

Quem sonha em viver de produção audiovisual, seja como filmmaker, seja como editor, precisa obter conhecimentos sobre os softwares, as rotinas e os equipamentos importantes para ingressar na área, afinal, para ser uma pessoa reconhecida e ter sucesso na carreira de editor, é fundamental traçar um bom planejamento e dominar o que está fazendo.

Para ajudá-lo a ter sucesso, preparamos uma lista de dicas do que você, freelancer ou empreendedor, precisa fazer para estruturar-se, manter-se e progredir na área de audiovisual. Acompanhe!

1. Estabeleça um networking

São várias as possibilidades no mercado audiovisual, e estabelecer uma boa rede de contatos pode tornar seu trabalho mais procurado, possibilitando parcerias para os projetos, troca de experiências e indicações. No entanto, isso não pode ser uma “via de mão única”, pois criar um network é manter uma cooperação mútua.

Essa é uma prática que está ligada ao seu marketing pessoal, a partir do momento em que você demonstra ser uma pessoa interessante ao ponto de as outras pessoas notarem e quererem estar perto — isso pode ser vantajoso no mundo corporativo.

Ser gentil e prestativo com colegas de trabalho e com os clientes são ações-chave que contribuem para o seu network, afinal, ninguém quer ficar perto de quem não trata as demais pessoas com respeito, não é verdade?

2. Mantenha-se atualizado

Sempre que possível, é importante fazer uma reciclagem de informações e estudar novos programas e ferramentas que são lançados e atualizados, pois isso fará com que você esteja ligado nas tendências de mercado e diferencie-se daqueles profissionais que preferem ficar na mesmice.

Ter uma noção exata de como utilizar os softwares facilita — e muito — o trabalho, porque otimiza o tempo de edição de um vídeo, por exemplo. Quando se sabe sobre as novas ferramentas que podem melhorar ou expandir as possibilidades do trabalho, sendo que os softwares estão em constante atualização, as tarefas executadas tornam-se mais eficientes.

Além disso, fazer cursos de capacitação é importante para estar em constante evolução, logo, invista em aulas que possam oferecer o embasamento necessário para trabalhar em ferramentas como essas, sejam elas simples, sejam elas complexas.

3. Estude o projeto

Quando fizer a edição de algum vídeo, é importante ter atenção ao roteiro e ao briefing que foram enviados, para que não haja erros durante o projeto, comprometendo todo um trabalho e, principalmente, minimizando a confiança do cliente.

É primordial dar uma atenção ao roteiro enviado, verificar o que foi passado no briefing e não ter medo de tirar dúvidas com o cliente, ou sugerir ideias, já que isso será importante para entender a fundo o projeto e o objetivo do vídeo planejado.

Identifique se não está faltando algum elemento que seja primordial para executar a edição, pois, por mais que o seu cliente não disponha de organização, você deve tê-la para ser um bom profissional na área.

4. Deixe seus trabalhos organizados

Para quem está dando os primeiros passos na carreira, uma dica de ouro é sempre ajeitar os trabalhos de edição em pastas e salvar cópias em backup, pois, assim, você minimiza o risco de, caso a máquina utilizada dê algum problema, perder arquivos importantes.

Existem diversos serviços de nuvem disponíveis, como o Google Drive, o Dropbox, o iCloud, o OneDrive, entre outros, que podem ser utilizados para salvar os projetos. No entanto, fazer cópias de segurança dos arquivos brutos, em HD externo, também é um ação imprescindível.

Além disso, manter o backup dos arquivos brutos, mesmo depois de o job ter sido aprovado, é primordial, afinal, nunca se sabe quando um cliente pode precisar novamente de uma nova versão do trabalho.

5. Registre tudo que for acertado

Quando se está negociando com alguém, sempre é importante documentar isso, até mesmo, para evitar contratempos futuros e surpresas indesejáveis ao finalizar um projeto contratado.

Cada parte da negociação precisa estar muito clara, então, de preferência, combine o máximo de coisas por e-mail, pois negociar verbalmente pode ser uma jogada arriscada e, no final das contas, você pode sair perdendo por não ter provas.

Ter esse histórico arquivado dá a segurança de executar seu trabalho sem se preocupar se está tudo bem acertado e, havendo questionamento de qualquer informação que não conste no que foi pedido, você já terá em mãos uma forma de argumentar.

6. Emita notas fiscais

A partir do momento em que seu próprio negócio estiver tomando forma, será necessário regularizar o processo e emitir notas fiscais para seus clientes, afinal, emitir um comprovante da negociação é a forma do freelancer não perder a oportunidade de fazer o job.

Agir dentro da lei é algo que você deve ter como prioridade, pois isso aumenta sua credibilidade perante o mercado audiovisual e mostra que você realmente deseja ser um profissional respeitado, cumprindo com suas obrigações tributárias.

Para isso, sendo freelancer, você pode se registrar como Micro Empreendedor Individual (MEI), enquadrando-se, assim, no sistema do Simples Nacional de tributação, que isenta de várias taxas e facilitando o processo de início de uma empresa. O Empreendedor Individual pode faturar até 81 mil por ano, pagando apenas um pequeno imposto fixo por mês de cerca de R$ 60.

Se pretende abrir uma empresa em sociedade, ou se tiver um faturamento superior ao teto do MEI, pode optar por abrir uma Micro Empresa (ME) e, nesse caso, o imposto por nota fiscal varia de 4% até 17,42%, dependendo do ramo de atuação, e é obrigatório a contratação do serviço de contatabilidade.

No entanto, não se esqueça de fazer seu imposto de renda pessoal, já que pagar em dia seus impostos de pessoa jurídica não o dispensa de sua obrigação como pessoa física.

7. Dê valor ao seu trabalho

A menos que você queira fazer parte do terceiro setor e montar uma ONG, saiba que deve se valorizar e exigir um pagamento justo pelo serviço prestado. Muita gente vai achar que o que você faz é um hobby, mas, nesse momento, o seu profissionalismo deve sobressair e deixar claro que você realiza um trabalho digno de retorno.

Estabeleça uma tabela de preços de acordo com o que é pago no mercado e deixe isso bem claro no processo de negociação com os clientes, já que muitos deles vão querer argumentar e pedir desconto, achando que o preço não condiz com o nível do trabalho. Lembre-se de que o seu conhecimento vale muito.

Saiba se impor nas conversas de negócios e trace qual o ganho pretende obter, pois ter um planejamento financeiro será fundamental para que o negócio vá para a frente e para que você consiga, além de se sustentar, ter uma grana extra.

Se você tem essa intenção clara de ter sucesso na carreira de editor, não meça esforços para correr atrás do que almeja e estude bastante para se aprimorar cada vez mais, pois dominar os processos da produção audiovisual é fundamental para estruturar um bom projeto.

Então, o que achou dessa lista que preparamos para você? Correspondeu ao que esperava? Agora, não deixe de seguir nossas redes sociais, estamos no Facebook, no Twitter, no YouTube e no Instagram. Até a próxima!

Rimas visuais: o Cinema flertando com a Poesia

O cinema, como arte moderna, sempre teve uma grande abertura para interagir livremente com as diferentes manifestações artísticas. Aplicou a teoria das cores utilizada pelos pintores quando ganhou cor, incorporou números musicais em suas narrativas quando ganhou som… Mas além dessas interações mais “genéricas”, é possível estabelecer uma conexão do Cinema com a Poesia a partir das rimas visuais.

A utilização de rimas visuais é um recurso que resgata elementos de cenas passadas e os incorpora na atual. Pode ser um movimento, enquadramento, cenário… Contanto que nos remeta a um tempo ou lugar anteriormente estabelecido no filme.

O editor Pablo Fernandez, ciente da presença de rimas visuais em duas grandes trilogias, Jurassic Park e Star Wars, fez um compilado dessas cenas visualmente semelhantes, colocando-as lado a lado.

No caso de Jurassic Park, o diretor Colin Trevorrow (Jurassic World) decidiu homenagear a trilogia original, dirigida por Steven Spielberg e Joe Johnston. Em Star Wars, George Lucas optou por utilizar rimas visuais em sua Nova Trilogia, sempre referenciando os três primeiros filmes da franquia. Em uma cena do making-of dos novos capítulos da franquia, o diretor declarou: “você vê o eco do destino disso tudo. É como poesia, então eles rimam“.

Além de despertar essa sensação de nostalgia quando presente nas franquias, as rimas visuais podem funcionar também dentro de um único filme. É o caso de Me Chame Pelo Seu Nome (Call Me By Your Name) – que concorre ao Oscar desse ano em quatro categorias: Filme, Ator, Roteiro Adaptado e Música Original.

No caso do longa, as rimas estão presentes mais na mise-en-scène e movimentos dos personagens do que nos próprios enquadramentos. Seus gestos evocam momentos passados no filme e trazem para aquele ponto da narrativa um simbolismo anteriormente estabelecido, dando, então, um propósito mais do que estético para aquela repetição, indo além de um fan service.

Vamos analisar, então, uma das rimas presentes no filme. Oliver, um acadêmico que estuda Heráclito e que se aproximou, naquele verão, do estudo de estátuas, quando se depara com uma recém emergida do mar, desliza suavemente seus dedos sobre a face da peça – com curiosidade, para descobrir sua textura, curvas e rigidez.

Minutos depois, Oliver repete o mesmo gesto com Elio, segundos antes de beijá-lo. A mesma curiosidade e atmosfera de descoberta, de imediato, são evocadas. Naquele momento, Elio, além do destino da paixão de Oliver, se aproxima do que seria um objeto de estudo que está sendo analisado empiricamente. A devoção do acadêmico para uma peça tão perfeitamente trabalhada, que era a estátua, agora está realocada no garoto.

E se naquele momento Elio é avaliado e venerado como uma estátua, mais a frente temos outra associação entre o personagem e a peça emergida. No caminho de volta para sua casa, enquanto chora no carro dirigido sua mãe, Elio posa como a mesma estátua analisada anteriormente por Oliver.

Para o espectador médio, tudo isso pode parecer uma mera coincidência, mas é importante lembrar que na arte nada é por acaso. E mesmo que, por ventura, o diretor ou os atores não estivessem cientes dessa associação durante a gravação da cena, o filme, como obra que será lida (e não apenas assistida), existe independentemente das intenções de seus produtores. Isto é, todas as teorias que se justificam na tela, independentemente da opinião de quem produziu o longa, são tão valiosas quando as de sua própria equipe.

Abaixo você pode conferir um vídeo que compila essa e outras rimas visuais do filme. Lembrou de alguma franquia ou produção que também utiliza desse recurso para enriquecer sua narrativa? Conta pra gente aqui nos comentários.

7 dicas essenciais para você ganhar tempo no Premiere

O Adobe Premiere é uma das ferramentas de edição de vídeo mais utilizadas pelos editores de vídeo. Provavelmente, você deve passar boa parte do seu tempo interagindo com o software, certo?

Conhecer algumas dicas para ganhar tempo no Premiere pode ser fundamental. Com o auxílio delas, maximize a sua produtividade e simplifique as tarefas do dia a dia.

Todo profissional de audiovisual pode ganhar tempo no Premiere com os truques a seguir. Portanto, salve esta lista nos seus Favoritos e recorra a ela sempre que precisar.

1. Utilize atalhos de teclado

A nossa primeira dica é algo que você utilizará bastante se decidir se profissionalizar na edição de vídeos. Estamos falando de atalhos, que nada mais são do que teclas do seu teclado que, quando pressionadas juntas, executam determinada função com rapidez.

Assim como pode ser mais fácil utilizar outras ferramentas, como o Photoshop, com atalhos o mesmo é verdadeiro para o Premiere. Aqui algumas sugestões de atalho para você se familiarizar:

  • Q = Corta início dos vídeos até a posição da régua;
  • W = Corta final dos vídeos até a posição da régua;
  • Shit+Q = Ajusta início dos vídeos até a posição da régua;
  • Shift+W = Ajusta final dos vídeos até a posição da régua;
  • Crtl+Shift+K = Divide o clipe em dois segmentos;
  • Shift+E = Habilita ou Desabilita clipe;
  • G = Ajustar ganho no volume do áudio;
  • Ctrl+Shift+/ = duplicar um trecho;
  • Ctrl+R = ajustar velocidade/duração do clipe;
  • Ctrl+D = aplicar transição de vídeo;
  • Ctrl+Shift+D = aplicar transição de áudio.

Esses são apenas alguns dos atalhos que existem no Adobe Premiere. Para conhecer outros, abra o programa e pressione simultaneamente as teclas Ctrl+Alt+K, ou acesse Editar > Atalhos do teclado, para visualizar uma lista com todos os comandos de teclado. O Premiere permite também que você faça a edição dos comandos que ele disponibiliza, mudando ou criando novos atalhos.

Se quiser conhecer melhor como funcionam os atalhos e o painel de personalização, veja o nosso vídeo sobre o assunto:

2. Organize-se desde o começo

A principal rotina de trabalho que o ajudará a ganhar tempo no Premiere é manter-se organizado desde o começo. Isso significa ter a estrutura certa nas suas pastas do computador, organizando corretamente as mídias necessárias no projeto em suas determinadas pastas e manter a estrutura na importação ao software.

Você vai economizar preciosos minutos de trabalho. Essa é também uma prática indispensável para trabalhar em equipe. Usar marcadores coloridos e metadados para separar o conteúdo também pode ajudar.

Aproveite o tempo de revisão e estudo do material e roteiro a ser editado para fazer isso, assim você ganha tempo realizando as duas tarefas concomitantemente. Fazer a preparação desses arquivos com antecedência vai tornar o processo de montagem muito mais ágil. Veja como:

3. Assista às suas renderizações ao vivo

Hoje, no Adobe Premiere, é possível obter mais velocidade nas suas renderizações ao utilizar uma GPU específica para isso. Dessa maneira, você conseguirá evitar renderizações desnecessárias e obterá o playback de vídeo em tempo real.

Recomendamos, para isso, consultar a lista de placas de vídeo compatíveis ao sistema de aceleração Mercury Playback Engine, da própria Adobe.

4. Ajuste as suas mídias

O Premiere tem capacidade incrível de lidar com múltiplos tipos de arquivos, formatos e compactações, mas isso não quer dizer que essa seja sempre a maneira ideal de se trabalhar com a ferramenta.

Quanto mais taxa de dados ou mais complexo um codec de compressão, maiores serão as exigências que ele fará da sua máquina. Mas há uma forma simples de contornar essa dificuldade, com base no uso de proxies.

Você, provavelmente, já ouviu falar nesse termo, mas com relação à internet. Um proxy é algo que utilizamos para nos conectar aos sites. No Adobe Premiere, ele é uma tática de edição off-line que ajuda a lidar com grandes cargas de trabalho sem sobrecarregar a sua máquina.

A tecnologia funciona criando versões em baixa resolução dos vídeos que você precisa incorporar ao seu trabalho. Aprenda em detalhes como utilizá-la:

5. Utilize Workspaces

Você já ouviu falar em Workspaces? Elas são, basicamente, as configurações do layout do software, a definição de quais painéis estarão abertos e em qual lugar.

Com uma boa organização do ambiente de trabalho, você pode ganhar muito tempo. Porém, a organização necessária pode ser diferente para cada tipo de trabalho. Por exemplo, durante a colorização de um filme, você precisará dos painéis de efeito, lumetri e scopes, mas durante a mixagem notará maior necessidade de acesso aos painéis áudio e clip mixer, além do audio meters.

Acesse Window > Worskpaces para resolver esse problema. Lá, você poderá escolher entre várias formatações predefinidas pela Adobe ou criar a sua própria.

Para customizar sua Workspace basta exibir todos os painéis que mais utiliza e posicioná-los no lugar que for melhor para o seu tipo de edição, configurando a ferramenta para melhor atender às suas necessidades em particular.

Depois de adaptar a ferramenta, lembre-se de salvar o seu novo Workspace, clique em “Save change to this Workspace” ou “Save as new Workspace” pelo menu Window. Assim, será possível acessá-lo sempre que abrir o Premiere.

6. Escolha o formato certo de saída

Uma dica fundamental é escolher o formato de saída mais adequado para os seus arquivos porque o processo de renderização, geralmente, é uma parte demorada da edição de vídeo.

Por esse motivo, optar pelo formato mais adequado para a exportação das suas peças gráficas pode economizar quantidade significativa de tempo e evitar muitas dores de cabeça.

Mas como fazer isso?

O ideal é analisar os requisitos informados pela plataforma de exibição. Isso pode ser feito acessando as páginas dedicadas ao assunto no Youtube, Vimeo e Facebook.

Agora, caso a sua produção seja dedicada a uma emissora de TV ou um festival de cinema, será preciso consultar-se diretamente com os profissionais de audiovisual desses locais.

7. Aprenda a lidar com plug-ins

Alguns plug-ins podem ser grandes aliados para poupar tempo em seus projetos. Eles funcionam de maneira similar em todos os programas da Adobe como o Photoshop e o After Effects, por exemplo. Os plug-ins são uma forma de adicionar ou ampliar as funções da ferramenta.

Há diversas empresas que produzem e comercializam plug-ins, como a Red Giant, que produz a ferramenta Plural Eyes, a qual permite facilmente sincronizar diversos vídeos e áudios automaticamente.

É importante lembrar que os plug-ins não vão eliminar o trabalho da sua rotina necessariamente. Será preciso ajustá-los às suas necessidades e verificar se eles atingem o objetivo definido. Ainda assim, utilizar plug-ins criados por terceiros pode ajudá-lo, já que com eles é possível, ampliar as funcionalidades da ferramenta, para atender demandas que inicialmente não seriam possíveis.

Concluindo

E aí, gostou das nossas dicas para ganhar tempo no Premiere? Esperamos que sim. Quando você se acostumar a utilizá-las, verá que o seu ritmo de trabalho será acelerado. E os seus projetos, por mais complexos que pareçam, estarão sempre dentro do cronograma.

Conhece outros truques que todo profissional de audiovisual deveria utilizar? Conte para a gente nos comentários!

Ah, dê uma olhadinha nos nossos cursos de audiovisual e dê um UP na sua carreira!

Como ser um freelancer de sucesso na carreira de edição de videos

Hoje, além dos vídeos serem os queridinhos do algoritmo de qualquer rede social, eles também são os principais responsáveis pelo tráfego mobile do mundo. Por isso, a área audiovisual está em alta e é uma excelente escolha para você que quer ser um freelancer profissional.

Para se desenvolver nessa área, especialmente trabalhando como freelancer, é necessário muito mais do que apenas conhecimento sobre os softwares de edição. Para te ajudar nessa missão, separamos 5 dicas que vão te ajudar a se tornar um freelancer de sucesso na carreira de edição de vídeos. Continue lendo para saber mais!

1. Saiba administrar o seu tempo

Nossa primeira dica para você que quer ter sucesso trabalhando como autônomo, é saber administrar e otimizar o seu tempo. Como não existe a necessidade de cumprir um horário fixo, é comum que os freelancers — pelo menos os iniciantes — tenham dificuldade em criar uma rotina de trabalho.

Entretanto, esta organização é fundamental para que você consiga dar conta de todas as entregas dentro do prazo prometido e com a melhor qualidade. Estabeleça metas e defina pelo menos uma quantidade fixa de horas para trabalhar por dia, assim você não se perderá entre as demandas e a diversão.

Existem vários artifícios que você pode utilizar para manter a produtividade, como a técnica Pomodoro e até algumas ferramentas ou softwares que ajudam a organizar seu tempo, como Wunderlist.

No começo, pode ser difícil criar esta rotina, mas com dedicação e o uso de tecnologia, você conseguirá fazer mais entregas em um mesmo período de tempo. Ou, caso prefira, ganhar umas horas extras de descanso. Vale a pena se organizar!

2. Tenha um portfólio atualizado

Ter um bom portfólio e mantê-lo sempre atualizado também é fundamental para você que deseja trabalhar como freelancer. Afinal, ele é um instrumento muito importante para conseguir mais clientes.

Nesta área, em vez do currículo, será solicitado o seu portfólio, pois somente ele poderá mostrar tudo aquilo que você é capaz. Entretanto, lembre-se que nem sempre o potencial contratante terá tempo e paciência de assistir todos os seus vídeos, especialmente se forem produções longas.

Por isso, selecione os seus melhores trabalhos e monte um Demo Reel ou vários promo vídeos. Um Demo Reel é um vídeo editado que deve conter cenas dos seus melhores trabalhos, os promo vídeos devem ser trechos das produções, sem nenhuma edição posterior. Ambos funcionam muito bem para um portfólio audiovisual.

Por fim, caso não seja possível apresentar pessoalmente os vídeos, o mais indicado é disponibilizá-los em uma plataforma própria para portfólios, como o Behance ou mesmo em sites como YouTube ou Vimeo. Assim, além de poder enviar o material sempre que estiver prospectando um cliente, você também poderá ser encontrado por alguém procurando um serviço que você oferta.

3. Faça networking e procure receber indicações

A vida de freelancer também envolve muito networking. Sua rentabilidade vai depender do número de clientes e dos trabalhos que você entrega, portanto, é sempre bom estar de olho nas oportunidades e, mais do que isso, trabalhar para criá-las.

As duas melhores formas de fazer isso são por meio do networking e de indicações. Na medida do possível, participe de eventos da área ou mesmo de encontros do estilo “rodadas de negócios”. Muitas vezes os empresários que estão nesses espaços precisam de um profissional de audiovisual. Esteja com seu cartão de visitas na mão e procure estabelecer ligações com as pessoas.

Além disso, procure sempre entregar um trabalho de qualidade e no prazo combinado. A melhor forma de conquistar novos clientes é atendendo bem os que você já tem, pois serão eles que te indicarão para amigos e conhecidos. E nós sabemos que hoje em dia uma indicação vale muito, não é?

4. Mantenha-se atualizado e faça cursos na área

Para ser um freelancer de sucesso, é fundamental estar sempre atualizado e fazer cursos na área. Você precisa ter muito conhecimento e dominar os softwares mais modernos de edição de vídeo, como o Premiere Pro e o Da Vinci Resolve, se quiser encontrar espaço no mercado.

Não dá para querer ter clientes entregando apenas o básico, especialmente se você considerar que está competindo em um mercado com agências e produtoras e não somente com outros profissionais autônomos.

Além de todo conhecimento e atualização que os cursos oferecem, eles também são excelentes espaços para networking. Lá, você pode não só trocar conhecimentos e dicas com outros colegas de curso, mas também encontrar parceiros e até mesmo arrumar alguns trabalhos.

E o melhor é que hoje, com tantas alternativas de excelentes cursos online, é possível se aperfeiçoar no período e no horário mais adequado para você e sem custos extras, como deslocamento e alimentação, no caso de uma viagem para um curso, por exemplo.

5. Invista em um bom equipamento

Ter um bom equipamento faz toda a diferença entre ser um freelancer e ser um freelancer de sucesso. O computador que você utiliza impacta não somente na qualidade do seu trabalho, mas também na quantidade de entregas que você consegue fazer.

Otimizando seu tempo, você consegue trabalhar mais e ganhar mais. Por isso, considere a compra de um bom equipamento não como um gasto, mas como um investimento na sua carreira.

Para conseguir editar vídeos sem travamentos, recomendamos um computador com boa capacidade de memória RAM, com um bom HD e uma placa de vídeo potente. Além disso, é necessário investir em um monitor de qualidade e também em boas caixas de som, para evitar distorções que podem comprometer a finalização do vídeo.

Por fim, também recomendamos que você tenha HDs externos para fazer backups do material bruto. Como os vídeos são pesados, você vai precisar de bastante espaço para guardar o material. Utilize algum serviço de cloud computing para fazer armazenamento de documentos, projetos e para transferir arquivos para o cliente.

Se você tem interesse em trabalhar ou já trabalha como freelancer no ramo de edição de vídeos, essas 5 dicas são bastante valiosas e ajudarão a melhorar o seu trabalho, tanto em qualidade quanto em capacidade de entrega. Vale a pena estar atento e investir nelas, mesmo que no começo algumas coisas sejam um pouco difíceis, como lidar com a administração do tempo e a compra de equipamentos.

Se você quer ser um freelancer de sucesso e se especializar ainda mais na área da edição de vídeos, conheça as nossas opções de cursos. Com certeza temos algum que poderá te ajudar a chegar lá!

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