Quando o rebrand é necessário?

Acredito que você já tenha ouvido falar em branding, certo? Ainda não? Estão vamos a uma breve explicação.

O branding, ao contrário do que muitos imaginam, não se relaciona apenas à construção ou desenvolvimento do logo de uma empresa, ele vai além, está relacionado à percepção da empresa pelo seu público-alvo. O rebrand ou rebranding, por sua vez, tem o papel estratégico de reposicionar a marca, por qualquer que seja o motivo (apontaremos alguns adiante) e propor mudanças não apenas visuais, mas também uma nova filosofia operacional ou de relacionamento com o mercado por exemplo.

Em 2016, curiosamente, foi um ano em que pudemos perceber com muita força essa estratégia de marketing. Diversas empresas passaram pelo processo de reformulação da marca, umas se tornando mais modernas, outras nem tanto e outras com mudanças quase imperceptíveis em relação a antiga identidade visual, mas uma coisa é certa: todas elas tiveram um por quê. Muito estudo certamente foi feito antes de qualquer decisão.

Ao que tudo indica em 2017 esse tipo de ação se manterá firme, e o rebrand já pode ser notado até mesmo em escudos de times de futebol (instituições que costumam ser mais conservadoras em relação a sua identidade). Por se tratar de paixão (por parte dos torcedores), essa “repaginada” pode, a princípio, causar desaprovação mas, como em tantos outros exemplos, o rebranding visa manter a marca bem posicionada no segmento em que atua. A evolução é inevitável e toda empresa precisa se conscientizar que não é possível se administrar da mesma maneira para sempre.

Vejamos na imagem abaixo alguns exemplos de mudanças na identidade de marcas famosas.

Mas por quê? Quando mudar? Vejamos a seguir algumas dicas:

1. Revitalização da marca

Com o passar do tempo (alguns anos), é mais do que comum a imagem de uma marca se desgastar, ser percebida como ultrapassada e não somente quanto a sua estética, mas também quanto aos serviços por ela prestados. Por isso, é imprescindível revitalizar, recuperar e/ou criar valores novos. Tudo muda, inclusive a maneira das pessoas pensarem, por isso, uma marca sempre deverá acompanhar o avanço e seguir no mesmo caminho.

2. A concorrência parece mais atrativa

Sua concorrência parece mais atrativa? Ponto pra ela! Certamente ela estará roubando parte da sua clientela. O visual chama a atenção e pode se tornar fator decisivo na hora da escolha, portanto, mantenha-se atualizado e preocupe-se com a imagem do seu negócio, ela é seu cartão de visita.

3. Ouça o que seu público tem a dizer

Devido às facilidades de comunicação, hoje em dia é muito fácil mensurar e acompanhar a opinião do seu público, por isso, escute o que ele têm a dizer e, se necessário, faça as mudanças que devem ser feitas. Não pare no tempo!

É importante reforçar que o rebranding é uma estratégia, ou seja, não deve ser feito sem um estudo mínimo sobre o posicionamento da marca. Outra questão importante é: rebrandings consecutivos (num curto espaço de tempo) podem desgastar a marca e ser prejudicial à percepção da mesma.

Espero que tenha gostado deste artigo.

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Até a próxima 😉

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Felipe Moura

Designer gráfico há 6 anos, especializado em branding. Formado em Publicidade, Propaganda e Criação pela Universidade Mackenzie de São Paulo.